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Acadêmico publica vídeo esclarecendo mortes infantis por covid-19

Em nova postagem no seu canal do YouTube, o membro titular da ABC Luiz Carlos Dias esclarece a recente informação falsa de que crianças e adolescentes não morrem em decorrência da covid-19. A fake news teria sido disseminada pelo presidente da República em uma entrevista.

No vídeo, divulgado em 14/10, Dias apresentou os dados oficiais divulgados pelo Ministério da Saúde, que somam 3380 vítimas da doença com idades entre 0 e 19 anos no período entre março de 2020 e outubro de 2022. O número pode ser ainda maior, uma vez que há uma grande disparidade entre o total de óbitos apresentados pelo Governo Federal (619.143) e o apresentado pelo consórcio de veículos de imprensa (687.120). 

Os dados vacinais também preocupam o Acadêmico: apenas 54,33% das crianças entre 3 e 11 anos tomaram a primeira dose do imunizante contra a covid-19, número que representa cerca de 14 milhões. Os números de imunizados com a segunda dose são bem inferiores – apenas 37,24% tomaram a segunda dose. “Nossa bandeira verde e amarela está manchada com o vermelho do sangue dos inocentes”, apontou o Acadêmico. “Precisamos vacinar nossas crianças para evitar mais mortes de inocentes.”

Assista ao vídeo completo:

“Ainda não é o momento de desobrigar o uso de máscaras em locais fechados”, afirma Acadêmico

O Professor Titular do Instituto de Química da Unicamp, Luiz Carlos Dias, que também é membro titular da Academia Brasileira de Ciências (ABC), gravou mais um pequeno vídeo para discutir o cenário atual da pandemia.

Nos seis minutos da gravação, o Acadêmico se posiciona contrário ao fim da obrigação do uso de máscaras em ambientes fechados, afirmando ser favorável à medida em locais abertos – contando que se evite aglomeração. Dias também lembrou que a mudança de status da pandemia para endemia só pode ser feita pela Organização Mundial da Saúde (OMS), e que qualquer tentativa nacional nesse sentido seria uma manobra política sem respaldo científico.

Por fim, lembrou também que as taxas de vacinação em crianças e da terceira dose em adultos, 50% e 43%, respectivamente, ainda estão aquém do necessário para conter a transmissão. “É difícil prever cenários a longo prazo, mas não podemos correr risco de surgir novas variantes” alertou Dias.

Matéria do JN traz participação de Acadêmico

Confira a matéria veiculada no G1 e no Jornal Nacional de 26/01 sobre as repercussões da nota técnica antivacina e pró-hidroxicloroquina do Ministério da Saúde. O Acadêmico Luiz Carlos Dias foi entrevistado e fez duras críticas ao Ministério.

O Ministério da Saúde publicou uma nova nota técnica para substituir a da semana passada com orientações sobre tratamento da Covid. Mas continua lá a defesa da cloroquina, que foi o principal alvo das críticas dos especialistas e entidades médicas.

A nota técnica de sexta-feira (21) dizia que a hidroxicloroquina, que a ciência já descartou, é eficaz e condenava a vacina, que a ciência atestou.

Num quadro com o título “Tecnologias em saúde propostas para Covid”, fazia uma comparação entre o kit Covid e a vacina. Nos quesitos que perguntavam se há demonstração de efetividade em estudos controlados e randomizados – quando parte dos voluntários recebe medicamento e a outra parte, placebo – e se há demonstração de segurança em estudos experimentais e observacionais, as respostas eram “sim” para hidroxicloroquina e “não” para vacinas.

As reações foram imediatas. Logo após a publicação, entidades médicas fizeram duras críticas. A Associação Médica Brasileira chegou a dizer que o documento constitui afronta grave ao enfrentamento da pandemia.

O Ministério da Saúde revogou a nota de sexta-feira por considerar que ela ensejou incorretas interpretações e publicou nova retirando o quadro comparativo. O texto em que defende o uso da hidroxicloroquina foi mantido.

Na prática, ao retirar apenas a tabela, o ministério manteve a posição que o governo adota desde o início da pandemia, em afronta à ciência e às orientações da Organização Mundial da Saúde e das agências de saúde do mundo todo, e ainda desconsidera o resultado dos estudos encomendados pelo próprio ministério para a Conitec – a comissão que auxilia o governo na adoção de políticas públicas. Depois de meses de estudos, a Conitec rejeitou o uso do kit Covid. Especialistas afirmam que o texto publicado nesta quarta continua absolutamente sem nenhum respaldo científico.

Afronta à inteligência dos cientistas brasileiros, dos pesquisadores na área de saúde, de todas as sociedades médicas. Voltar a falar em hidroxicloroquina hoje, gente, depois do sucesso das vacinas, mostra que o Ministério da Saúde está se afastando da ciência, da informação correta, está se afastando da verdade. Essa nota vai totalmente na contramão da ciência, da defesa da vida, daquilo que está pregando a Organização Mundial da Saúde. Está indo contra todas as sociedades científicas e médicas brasileiras e mundiais. Parece que, infelizmente, não há limite para o charlatanismo no país”, diz o professor Luiz Carlos Dias, membro titular da Academia Brasileira de Ciências.

(…)

Nesta quarta, a ministra Rosa Weber deu prazo de cinco dias para que o ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, e o secretário apresentem explicações. O Ministério da Saúde disse que vai se manifestar dentro do prazo.

(…)

Leia a matéria completa, com vídeo da matéria, no G1.

Estudo prova que pessoas que tiveram casos leves de COVID-19 podem ter reinfecção com sintomas mais fortes

Confira a matéria que foi ao ar na edição do dia 13/4 do Jornal Nacional, abordando o recente estudo realizado pela Fiocruz em parceria com o Instituto D’Or e a Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ). A pesquisa mostra que muitas pessoas que se infectaram a forma branda da COVID-19 não desenvolveram anticorpos e, por isso, podem contrair o vírus novamente e com sintomas bem mais fortes.

O membro afiliado Thiago Moreno, vice-coordenador do Centro de Desenvolvimento Tecnológico em Saúde (CTDS/Fiocruz), foi o responsável pelo estudo e cedeu uma entrevista ao Jornal. 

Assista ao vídeo completo na plataforma do Globoplay.

O povo não pode pagar com a própria vida

Assista o vídeo da ABC “O povo não pode pagar com a própria vida”, parte da campanha que a ABC está promovendo junto com a CNBB, OAB, ABI, SBPC e Comissão Arns

Leia aqui tudo sobre  a entrega do abaixo-assinado ao governador do Piauí, Welington Dias, coordenador do Fórum Naciona de Governadores. 

Compartilhe, divulgue!

ABC lança podcasts dos webinários!

A Academia Brasileira de Ciências criou, em 2020, uma série de webinários transdisciplinares, realizados sempre às terças-feiras, das 16h às 18h. Cada semana, três ou quatro palestrantes abordaramm recortes diversos de um tema estabelecido. Em 2021 os webináros foram retomados, a partir de 9/3, passando a acontecer quizenalmente.

A ABC lança uma série de podcasts sobre os webinários, apresentando os trechos mais interessantes e objetivos, para ampliar o acesso do público interessado em informação de qualidade, confiável, com base na melhor ciência produzida no país.

Escute os episódios nas principais plataformas e compartilhe!


Os podcasts são lançados como #TBT nas 5as feiras, às 10h, começando com os números 1 a 3.

  • 7/4/2020 | O mundo a partir do coronavírus | Ed. 1: ASPECTOS ECONÔMICOS, SOCIAIS E DA SAÚDE
    Com o médico Mauro Teixeira (UFMG), o economista Naercio Menezes (Insper) e o cientista político Ruben Oliven (UFRGS)

 

 

  • 21/4/2020 | O mundo a partir do coronavírus | Ed. 3: TRABALHO E DIVERSIDADE
    Com a economista Nadya Araújo Guimarães (USP), a jornalista Sabine Righetti (Unicamp/Agência Bori) e a física e diretora da ABC Márcia Barbosa (UFRGS).

ABAP cria vídeo sobre vacinação em parceria com ABC e ANM

A Associação Brasileira de Agências de Propaganda (ABAP), juntamente com a Academia Brasileira de Ciências (ABC), a Academia Nacional de Medicina (ANM), a Academia de Ciências Farmacêuticas do Brasil (ACFB) e a Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência (SBPC) lançaram no dia 4 de março a campanha “Vacina Salva, pela valorização da ciência e suas conquistas ao longo da história e em defesa da vacina em massa para vencer a pandemia.

A criação é de Mario D’Andrea com apoio pro bono de profissionais da agência DPZ&T e da produtora S de Samba.

O lançamento foi feito em evento na ANM, com a participação do presidente da ABC, Luiz Davidovich, outros Acadêmicos e convidados.

Confira o filme da campanha no canal da ABAP no YouTube:

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#EuConfioNaCiência / Vacinas COVID-19

Em tempos de pandemia de COVID-19 e de invasão de fake news (notícias falsas), o esforço de conscientização sobre a importância e a confiabilidade das vacinas torna-se ainda mais importante.

Por isso, a Academia Brasileira de Ciências fez uma parceria com a Fapesp e produziu o segundo vídeo da série da ABC #EuConfioNaCiencia, com pouco mais de três minutos e com depoimentos de 21 cientistas, membros da instituição.

O tema é a defesa da vacinação contra a COVID-19.

Os vídeos originais, publicados em https://covid19.fapesp.br/videos, foram produzidos e gravados pela Fapesp.

O vídeo da ABC #EuConfioNaCiencia/Vacinas COVID-19 foi publicado em 6/2/2021 e traz depoimentos dos Acadêmicos:

Assista e compartilhe!

 #EuConfioNaCiência

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