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Laboratório de inovação e empreendedorismo da Poli-USP entra em rede internacional

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Publicado em 23/06/2017

O INOVALAB@POLI, laboratório de inovação e empreendedorismo voltado aos alunos de graduação da Escola Politécnica da Universidade de São Paulo (Poli-USP), agora faz parte de uma importante rede internacional de ensino multidisciplinar, a Design Factory Global Network. A cerimônia que oficializou o ingresso do laboratório na rede aconteceu no último dia 20 de junho, nas dependências da Poli, com as presenças do reitor da USP e acadêmico da ABC, Marco Antonio Zago ; da vice-diretora da Escola, Liedi Légi Bariani Bernucci; e do embaixador da Finlândia no Brasil, Markku Virri, entre outras autoridades.

“O INOVALAB@POLI cresceu desde que foi criado e está dando um passo adiante ao se internacionalizar ingressando em uma rede com outras universidades que atuam da mesma forma, estimulando a inovação e o empreendedorismo para alunos de graduação”, afirma Eduardo Zancul, professor da Poli e vice-coordenador do laboratório. A rede nasceu na Universidade de Aalto, na Finlândia, onde foi desenvolvido o sistema educativo da Design Factory. A expressão diz respeito à ideia de integração multidisciplinar entre engenharia, design e negócios para a realização de projetos e pesquisas.

Os bons resultados do laboratório da universidade finlandesa fizeram com que a instituição resolvesse criar uma rede internacional, que é integrada por instalações semelhantes de universidades em Portugal, Suíça, Estados Unidos, Austrália, Chile, Colômbia e agora do Brasil. A entrada da Poli na Design Factory Global Network foi uma iniciativa dos docentes coordenadores do laboratório Roseli de Deus Lopes, Eduardo Zancul, André Leme Fleury e Davi Noboru Nakano.

Segundo Zancul, essa parceria é extremamente benéfica para a Escola. “A parceria permite acesso a métodos e práticas de ensino de inovação, que são compartilhadas na rede”, afirma. Além disso, a rede procura criar oportunidades para os estudantes desenvolverem e participarem de projetos conjuntos. Um exemplo é um projeto intensivo durante um final de semana (hackathon), realizado simultaneamente em diversos países, e que utiliza a diferença de fuso-horário entre os países para o revezamento do trabalho das equipes em turnos, à medida que anoitece em cada localidade. Essa atividade, em condições bastante exigentes que envolvem pressão de tempo, distância geográfica, diferença de culturas e de idioma, tem como objetivo capacitar os alunos para trabalhar em equipes de forma colaborativa.

Desde 2016, a Poli já vem realizando atividades de preparação para o ingresso na rede internacional. Neste semestre, dez alunos da USP e oito alunos de universidades estrangeiras participaram de duas disciplinas optativas para o desenvolvimento de trabalhos internacionais. Nessas disciplinas, denominadas Applied Design Project I e II, os projetos são realizados em inglês.

Apesar da Poli-USP já possuir inúmeras parcerias com outras instituições de ensino do exterior, que possibilitam aos estudantes a realização de intercâmbios e de dupla titulação, o ingresso na Design Factory Global Network significa a expansão das oportunidades dos estudantes no contexto internacional. Todo o processo contou com o apoio da USP, da Diretoria da Poli e do Fundo Patrimonial Amigos da Poli.


(Ascom ABC, com informações da Acadêmica Agência de Comunicação)


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