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Diogenes de Almeida Campos (CAMPOS, D. A.)

Ciências da Terra
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Ingresso em 15 de março de 1993
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Diogenes de Almeida Campos , naturalista e paleontólogo, nascido em Irará, BA, em 1943, formou-se em Geologia pela Universidade Federal da Bahia. Transferiu-se para o Rio de Janeiro, em 1968, ingressando no Departamento Nacional de Produção Mineral. Na seção de Paleontologia do DNPM foi, desde o início, orientado por Llewellyn Ivor Price , que o estimulou a dedicar-se à Paleontologia de Vertebrados e à Estratigrafia do Cretáceo brasileiro.
Responsável, desde 1977, por uma das mais importantes coleções de fósseis do Brasil, é Chefe do Setor de Paleontologia do DNPM. Vem procurando manter este acervo organizado, documentado e disponível para pesquisa.
Sua obra científica segue a tradição de seus mentores, Price, Sommer e Simões Ferreira, sendo autor de mais de setenta trabalhos. É bolsista do CNPq, tendo como linha de pesquisa o estudo dos répteis fósseis e da estratigrafia do Cretáceo brasileiro. Sua dissertação de mestrado versou sobre as tartarugas fósseis do Brasil e, atualmente, vem descrevendo os dinossauros, pterossauros e crocodilianos da formação Bauru e da bacia do Araripe.
Foi um dos autores do Mapa Geológico do Brasil, escala 1:2 500 000, bem como dos livros Geologia do Brasil, Léxico Estratigráfico Brasileiro e da Carta Geológica do Brasil ao Milionésimo. Vem colaborando com o Mapa Geológico da América do Sul, em preparação.
Além da formação de estudantes perante o CNPq e a Universidade Federal do Rio de Janeiro, desenvolve um amplo conjunto de atividades junto à comunidade científica nacional e internacional. Foi Presidente da Sociedade Brasileira de Paleontologia e da Comissão Brasileira do Programa Internacional de Correlação Geológica. Em reconhecimento por suas atividades científicas foi agraciado com os títulos de membro-correspondente do Museu Nacional de História Natural, de Paris, e de pesquisador-associado do Museu Americano de História Natural, de Nova Iorque.
Desde 1987 vem colaborando com a Diretoria da Academia Brasileira de Ciências, ocupando-se, principalmente, do gerenciamento de programas das Ciências da Terra e daqueles ligados às mudanças globais.
Preocupado com a preservação dos depósitos fossilíferos brasileiros, Campos envolveu as populações de Crato e Santana do Cariri, no Ceará, e de Uberaba, em Minas Gerais, em projetos pioneiros, fundados no reconhecimento da necessidade de conscientizar as comunidades da chapada do Araripe e do Triângulo Mineiro sobre a importância de seu patrimônio científico. O Centro de Pesquisas Paleontológicas Llewellyn Ivor Price, o Museu Paleontológico de Santana do Cariri e o Centro de Pesquisas Paleontológicas da Chapada do Araripe, além do Museu de Ciências da Terra, do Rio de Janeiro são testemunhos da preocupação de Campos com a educação e a divulgação do conhecimento sobre a história da vida na Terra.




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