Ciências Básicas

Apresentação

O Papel das Ciências Básicas

  • As ciências básicas exploram e avançam as fronteiras do conhecimento científico. Em virtude da sua função inerente, as ciências básicas buscam trazer novos conhecimentos sobre os fenômenos naturais, a matemática e as humanidades, aprofundando sua compreensão. Elas também dão origem a descobertas que oferecem novas oportunidades e métodos para o estudo da natureza e da sociedade, bem como propiciam o uso prático de descobertas científicas. Tudo isso, por sua vez leva ao enriquecimento educacional, cultural e intelectual da humanidade, e fornece a base científica para a atividade humana.
  • O avanço nas ciências básicas subjaz avanços tecnológicos e oferece oportunidades únicas para satisfazer as necessidades humanas essenciais, produzem benefícios econômicos, e promovem o desenvolvimento sustentável de base científica.
  • A base científica tem sido sempre um pilar da competitividade nacional e uma fonte essencial de conhecimentos para lidar com grandes desafios.
  • Hoje em dia, as ciências básicas estão na raiz dos progressos realizados na medicina, tecnologias de informação e comunicação, tecnologias espaciais, bio- e nanotecnologias, lasers e ciências dos materiais, bem como na indústria e na agricultura ambientalmente corretas, para citar apenas algumas das muitas áreas em que os frutos da ciência são apropriados pela sociedade.
  • As ciências básicas também formam a pedra angular da educação que fornece o conhecimento científico e tecnológico e as competências necessárias a todos os cidadãos, a fim de participar de forma significativa na sociedade do conhecimento emergente.

A Sinalização das Fronteiras do Conhecimento

  • Que Ciência Básica queremos e precisamos para o Brasil, hoje e no futuro? Quais são nossas prioridades?
    • Nas áreas básicas da Física, Matemática, Química, Ciências da Vida e da Saúde, Engenharias, Ciências da Terra, Astronomia, Humanidades?
    • Como tratar os grandes desafios interdisciplinares, como água, energia, cidades, sustentabilidade, mudanças climáticas, saúde, envelhecimento, educação, informação e comunicação, entre outras?
  • Ciência Básica e Inovação são incongruentes?
  • É possível fazer Ciência Básica de qualidade trabalhando em temas de relevância aplicada tanto econômica quanto social?
  • Como promover o avanço das Ciências Básicas no Brasil, explorando as fronteiras das ciências naturais e da alta tecnologia, para o benefício do Brasil e do mundo?

O Caminho para que o Brasil Assuma Maior Protagonismo Internacional na Ciência

  • Embora a capacidade nacional adequada nas ciências básicas constitua um pré-requisito importante para o aproveitamento da ciência no serviço à sociedade, há uma falta de apoio para as ciências básicas em muitos países, inclusive nos desenvolvidos. No entanto, uma estratégia de investimento exclusivamente em favor da investigação aplicada, que busca retornos imediatos a curto prazo, tem um efeito adverso a longo prazo sobre ciência e desenvolvimento nacional, e exige medidas corretivas imediatas.
  • Como os sistemas de avaliação da ciência brasileira e seus critérios afetam a qualidade e o foco da Ciência Básica no Brasil?
  • Como avançar na interdisciplinaridade no contexto nacional de Universidades departamentalizadas e com o conhecimento compartimentalizado em forma disciplinar, inclusive nas agencias de fomento?
  • Como tratar a diversidade regional do Brasil no planejamento, promoção e avaliação da Ciência Básica?
  • Como alcançar a compreensão e o apoio da sociedade brasileira sobre a importância da ciência básica como fundamental para sustentar uma pesquisa aplicada inovadora, voltada para a solução dos problemas e dos desafios da sociedade em curto prazo. ?
  • Como sustentar, como política de Estado, o notável avanço da ciência brasileira, sobretudo a ciência básica, acelerando vigorosamente, em qualidade e quantidade, a produção científica e a formação de pesquisadores, estabelecendo prioridade para as áreas mais estratégicas e/ou carentes no País?
  • Que investimentos devem ser feitos na promoção da Ciência Básica no Brasil?
  • Que consequências se esperam destes investimentos a médio e longo prazos?
  • Como melhorar a articulação e fluxo mútuo de informação envolvendo de um lado o conhecimento acumulado em ciência básica e, de outro, as demandas por aplicações e inovação nas áreas tecnológicas, sociais e de políticas públicas?

O Papel das Ciências Básicas

  • As ciências básicas exploram e avançam as fronteiras do conhecimento científico. Em virtude da sua função inerente, as ciências básicas buscam trazer novos conhecimentos sobre os fenômenos naturais, a matemática e as humanidades, aprofundando sua compreensão. Elas também dão origem a descobertas que oferecem novas oportunidades e métodos para o estudo da natureza e da sociedade, bem como propiciam o uso prático de descobertas científicas. Tudo isso, por sua vez leva ao enriquecimento educacional, cultural e intelectual da humanidade, e fornece a base científica para a atividade humana.
  • O avanço nas ciências básicas subjaz avanços tecnológicos e oferece oportunidades únicas para satisfazer as necessidades humanas essenciais, produzem benefícios econômicos, e promovem o desenvolvimento sustentável de base científica.
  • A base científica tem sido sempre um pilar da competitividade nacional e uma fonte essencial de conhecimentos para lidar com grandes desafios.
  • Hoje em dia, as ciências básicas estão na raiz dos progressos realizados na medicina, tecnologias de informação e comunicação, tecnologias espaciais, bio- e nanotecnologias, lasers e ciências dos materiais, bem como na indústria e na agricultura ambientalmente corretas, para citar apenas algumas das muitas áreas em que os frutos da ciência são apropriados pela sociedade.
  • As ciências básicas também formam a pedra angular da educação que fornece o conhecimento científico e tecnológico e as competências necessárias a todos os cidadãos, a fim de participar de forma significativa na sociedade do conhecimento emergente.

A Sinalização das Fronteiras do Conhecimento

  • Que Ciência Básica queremos e precisamos para o Brasil, hoje e no futuro? Quais são nossas prioridades?
    • Nas áreas básicas da Física, Matemática, Química, Ciências da Vida e da Saúde, Engenharias, Ciências da Terra, Astronomia, Humanidades?
    • Como tratar os grandes desafios interdisciplinares, como água, energia, cidades, sustentabilidade, mudanças climáticas, saúde, envelhecimento, educação, informação e comunicação, entre outras?
  • Ciência Básica e Inovação são incongruentes?
  • É possível fazer Ciência Básica de qualidade trabalhando em temas de relevância aplicada tanto econômica quanto social?
  • Como promover o avanço das Ciências Básicas no Brasil, explorando as fronteiras das ciências naturais e da alta tecnologia, para o benefício do Brasil e do mundo?

O Caminho para que o Brasil Assuma Maior Protagonismo Internacional na Ciência

  • Embora a capacidade nacional adequada nas ciências básicas constitua um pré-requisito importante para o aproveitamento da ciência no serviço à sociedade, há uma falta de apoio para as ciências básicas em muitos países, inclusive nos desenvolvidos. No entanto, uma estratégia de investimento exclusivamente em favor da investigação aplicada, que busca retornos imediatos a curto prazo, tem um efeito adverso a longo prazo sobre ciência e desenvolvimento nacional, e exige medidas corretivas imediatas.
  • Como os sistemas de avaliação da ciência brasileira e seus critérios afetam a qualidade e o foco da Ciência Básica no Brasil?
  • Como avançar na interdisciplinaridade no contexto nacional de Universidades departamentalizadas e com o conhecimento compartimentalizado em forma disciplinar, inclusive nas agencias de fomento?
  • Como tratar a diversidade regional do Brasil no planejamento, promoção e avaliação da Ciência Básica?
  • Como alcançar a compreensão e o apoio da sociedade brasileira sobre a importância da ciência básica como fundamental para sustentar uma pesquisa aplicada inovadora, voltada para a solução dos problemas e dos desafios da sociedade em curto prazo. ?
  • Como sustentar, como política de Estado, o notável avanço da ciência brasileira, sobretudo a ciência básica, acelerando vigorosamente, em qualidade e quantidade, a produção científica e a formação de pesquisadores, estabelecendo prioridade para as áreas mais estratégicas e/ou carentes no País?
  • Que investimentos devem ser feitos na promoção da Ciência Básica no Brasil?
  • Que consequências se esperam destes investimentos a médio e longo prazos?
  • Como melhorar a articulação e fluxo mútuo de informação envolvendo de um lado o conhecimento acumulado em ciência básica e, de outro, as demandas por aplicações e inovação nas áreas tecnológicas, sociais e de políticas públicas?

Participantes

Coordenadoras
Belita Koiller 
Glaucius Oliva 

Participantes
André Báfica
Débora Foguel 
Félix Soares 
José Reinaldo Lopes
Livio Amaral 
Marília Goulart

Técnica responsável
Fernanda Wolter

Coordenadoras
Belita Koiller 
Glaucius Oliva 

Participantes
André Báfica
Débora Foguel 
Félix Soares 
José Reinaldo Lopes
Livio Amaral 
Marília Goulart

Técnica responsável
Fernanda Wolter


Rua Anfilófio de Carvalho, 29/3º
Centro - Rio de Janeiro - RJ - Brasil
Cep: 20030-060

[+55] (21) 3907-8100

[+55] (21) 3907-8101

Fale conosco

webTexto é um sistema online da Calepino