Colesterol alto é prejudicial não apenas ao coração, mas também ao cérebro

16 de setembro de 2019 Por (Ascom ABC)

Estudo brasileiro liderado pela Acadêmica Andreza Fabro de Bem, eleita membro afiliado da ABC para o período 2017-2021, revela que o colesterol alto, conhecido por provocar uma das principais causas de morte no mundo, não é prejudicial somente ao coração, mas também ao cérebro.

A relação entre colesterol e cérebro já era conhecida pela ciência desde a década de 90, mas a novidade dos estudos brasileiros foi a descoberta de como o problema ocorre: através de um experimento feito a partir de testes em camundongos com colesterol alto que apresentaram um grave déficit de memória, comprovou-se que as altas taxas de colesterol impedem a formação de novos neurônios no cérebro após a fase adulta.

Confira a matéria na íntegra.

Sobre a Acadêmica

Graduada em farmácia e bioquímica pela Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), onde também obteve o título de mestre em ciências farmacêuticas, Andreza de Bem é doutora em bioquímica toxicológica pela Universidade Federal de Santa Maria, RS (UFSM).

Atualmente é professora associada vinculada ao Instituto de Ciências Biológicas da Universidade de Brasília (UnB) nas áreas de bioquímica e fisiologia. Orienta alunos de mestrado, doutorado e pós-doutorado nos Programas de Pós-graduação em Bioquímica, em Neurociências e no Profbio, mestrado profissional em biologia.

Tem experiência na área de bioenergética e biologia redox. Suas pesquisas envolvem a bioquímica e farmacologia de compostos de selênio;  estudo das inter-relações entre distúrbios metabólicos, como a hipercolesterolemia e obesidade, e o acometimento de doenças neurodegenerativas, como a doença de Alzheimer.

Atua na Rede Nacional de Educação e Ciências (RNEC), onde participa de atividades relacionadas ao ensino de ciências por meio da interação entre cientistas e estudantes e professores do ensino médio e fundamental. É bolsista de produtividade do CNPq.