Em artigo publicado em O Globo, a presidente da ABC, Helena Nader, chama atenção para o fato de que o empoderamento feminino passa, de maneira primordial, pela transformação na educação dos meninos e homens.
A Acadêmica Nisia Trindade, primeira mulher ministra da Saúde no país, contou ao Globo que não hesitou ao ser convidada para o cargo e que acredita que ser uma autoridade requer escuta, diálogo e firmeza na tomada de decisões.
Com a missão de executar a aposta do governo para melhorar o cenário da educação e da pesquisa brasileira, a Acadêmica Mercedes Bustamante, nova presidente da Capes, disse ao Correio Braziliense que sua função é casar oportunidade com talento.
"A mulher pode querer ou não querer ter filhos. Mas se ela quiser, também tem direito a ser uma pesquisadora bem-sucedida", apontou a diretora da ABC, Mariangela Hungria, em entrevista à REVISTAq.
Interpelada, a física e Acadêmica Marcia Barbosa, hoje chefiando a Secretaria de Políticas Públicas e Programas Estratégicos do MCTI, respondeu: "Porque trazer a diversidade transforma o conhecimento - e isso não está acontecendo, no Brasil nem no mundo", contou em em entrevista à REVISTAq.
A Acadêmica Celina Turchi destacou, em entrevista à REVISTAq, que nas pandemias as mulheres ficam sobrecarregadas, entre outras coisas, porque representam um grande percentual de trabalhadoras em saúde, chegando a quase 90% nas equipes de enfermagem.
Afiliada da ABC entre 2018 e 2022, Jaqueline Mesquita recebeu o prêmio "Science, she says!", do Ministério de Relações Exteriores italiano, e declarou que estava representando "todas as mulheres cientistas da América do Sul, Central e Caribe, especialmente as do Brasil".
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Contato e sugestões: nabc@abc.org.brResponsável: Elisa Oswaldo-Cruz
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