Veja matérias de Mayra Castro Bernardo Yoneshigue para O Globo:
O Prêmio Faz Diferença 2025-2026, uma iniciativa do jornal O Globo em parceria com a Firjan, reconhece brasileiros e iniciativas que se destacaram por ações de impacto social, econômico, cultural e científico no país. A 23ª edição escolheu Gilberto Gil como Personalidade do Ano, por sua trajetória dedicada à cultura brasileira e pelo impacto da turnê “Tempo Rei”.
Na categoria Cultura e Entretenimento, foram premiados Kleber Mendonça Filho e Wagner Moura, pela parceria no filme “O Agente Secreto” (Cinema); Othon Bastos, aos 92 anos, pelo sucesso de seu solo biográfico teatral (Artes Cênicas); João Gomes (Música), também eleito Artista do Ano no Prêmio Multishow 2025 e vencedor de um Grammy Latino com o projeto Dominguinho; Afonso Borges, criador do projeto “Sempre um Papo”. Na categoria Sociedade e Educação, ganhou Débora Garofalo, professora da rede pública de São Paulo reconhecida por projetos de robótica com sucata. Na categoria Mundo, o premiado foi o Centro Brasileiro de Relações Internacionais (Cebri), pela promoção de debates globais. Na categoria Rio de Janeiro e Economia, o Museu do Amanhã foi premiado (Rio). Na categoria Desenvolvimento do Rio, há ainda uma confirmação final da empresa vencedora entre as finalistas Michelin, GSK e Petra.

Mariangela Hungria é vencedora na categoria Economia
Diretora da Academia Brasileira de Ciências, a engenheira agrônoma ganhou reconhecimento mundial por sua contribuição no desenvolvimento de insumos biológicos para a agricultura brasileira.
Isso por conta de sua contribuição no desenvolvimento de insumos biológicos para a agricultura brasileira. Se antes a adubação tinha como base produtos químicos, ela desenvolveu tecnologias para substituir fertilizantes nitrogenados por microrganismos que ajudam no crescimento das plantas e na absorção de nutrientes, garantindo maior produtividade para pequenos, médios e grandes produtores de soja.
Saiba mais na matéria de O Globo
Carlos Monteiro é o vencedor na categoria Saúde
Membro titular da Academia Brasileira de Ciências, o médico e pesquisador é uma das primeiras e principais vozes contra os ultraprocessados e alerta sobre os comprovados riscos à saúde que oferecem.
Era 2009 quando o pesquisador Carlos Monteiro estabeleceu um novo conceito: os alimentos processados que passam por diversas etapas industriais e têm a adição de ingredientes sintéticos como emulsificantes, saborizantes e conservantes, seriam uma nova classe, chama de ultraprocessados. De lá para cá, sua batalha para alertar sobre os riscos de dietas ricas nesses produtos tomou conta do mundo e deixou a comunidade científica em alerta.
Não à toa, o epidemiologista, professor da Faculdade de Saúde Pública da Universidade de São Paulo (USP), onde fundou o Núcleo de Pesquisas Epidemiológicas em Nutrição e Saúde (Nupens), foi eleito pelo jornal americano The Washington Post uma das 50 pessoas mais influentes de 2025, e que estão “moldando nossa sociedade”.
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