Alexander Kellner: museus precisam dialogar com a sociedade

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Leia a entrevista concedida pelo Acadêmico, editor-chefe dos Anais da ABC e ex-diretor do Museu Nacional Alexander Kellner para a jornalista Marina Cohen do #Colabora

Passaram-se oito anos desde que o paleontólogo Alexander Kellner assumiu o posto de diretor do Museu Nacional – UFRJ, a instituição de pesquisa e guarda da memória mais antiga do país. Seis meses depois da posse, um enorme incêndio destruiu 85% da coleção de 20 milhões de itens. Naquele ano de 2018, o museu abrigado no Paço de São Cristóvão, na Quinta da Boa Vista, no Rio de Janeiro, celebrava o seu bicentenário.

Aquele seria um ano com um calendário comemorativo vasto, com eventos acadêmicos e culturais, exposições de grande porte, modernização dos laboratórios de pesquisa, e até uma homenagem da escola de samba Imperatriz Leopoldinense, que apresentou na Marquês de Sapucaí um desfile sobre os 200 anos do museu. À época, já constavam nos planos atividades de restauração e atualização da estrutura física. Problemas graves nas redes elétrica e hidráulica do edifício-sede preocupavam a gestão de Kellner assim como haviam preocupado gestores anteriores. Assim que entrou no cargo, em uma entrevista ao jornal O Globo alertou: “só temos verba para medidas paliativas”.

Após quase uma década dedicada a liderar o grupo que tenta reerguer a instituição, Kellner deixa o cargo e passa o bastão a uma nova gestão, composta pelo diretor Ronaldo Fernandes e a vice-diretora Juliana Sayão. “Inicia-se um novo ciclo de evolução da reconstrução e das atividades de ensino, pesquisa e extensão”, publicou a nova diretoria nas redes sociais do museu.

(…)

Leia a entrevista completa no #Colabora.

(#Colabora, 13/03/2025)