Leia reportagem de Yasmin Castro para o G1 Campinas e Região.
Um grupo de pesquisadores da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp) vai sequenciar 750 amostras de DNA coletadas em Angola como parte de um projeto internacional, que envolve a participação de nove países da África, com o objetivo de aumentar a representatividade das populações africanas em bancos de dados genéticos de todo o mundo.
Batizada de AGenDA, sigla para “Avaliando a Diversidade Genética na África”, a iniciativa vai mapear grupos pouco estudados, ampliar o conhecimento sobre a diversidade genética humana e contribuir para o desenvolvimento da medicina de precisão, com impacto também na compreensão da ancestralidade global, incluindo a brasileira.
O sequenciamento de DNA é o processo de ler as informações genéticas de um organismo, revelando detalhes sobre saúde, ancestralidade e diversidade biológica, em uma espécie de ‘”manual de instruções” sobre como ele foi feito e como funciona.
Como resultado, os pesquisadores esperam:
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