Leia artigo do Acadêmico João Batista Calixto, diretor-presidente do Centro de Inovação e Ensaios Pré-Clínicos (CIEnP), publicado em The Conversation, em 6 de março:
Desde o final da Segunda Guerra Mundial, o uso de animais de laboratório tornou-se um dos pilares do avanço da ciência e a inovação na área biomédica. Modelos animais permitiram desvendar mecanismos fisiopatológicos complexos.
O avanço na compreensão de doenças crônicas de alta prevalência como câncer, doenças cardiovasculares e distúrbios neurodegenerativos, etc somente foi possível graça aos estudos em animais.
Além disso, viabilizaram o desenvolvimento de milhares de medicamentos e muitas vacinas que ampliaram significativamente a expectativa e a qualidade de vida da população mundial.
A experimentação animal contribuiu também para a identificação de novos alvos terapêuticos, validação de hipóteses biológicas e avaliação de segurança e eficácia de compostos antes de sua aplicação em humanos.
Ao longo das décadas, camundongos, ratos, cães, suínos e primatas não humanos desempenharam papel central nesses processos.
Limitações
Entretanto, apesar de sua relevância histórica e científica, os modelos animais apresentam limitações importantes.
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