Leia a reportagem do Metrópoles, por Jorge Agle, que ouviu o oceanógrafo Edmo Campos, do Inpo, e o glaciologista Jefferson Simões, da UFRGS. Publicada em 16/02.
Mesmo diante de tantos avanços tecnológicos, corredores geográficos existentes desde os primórdios das civilizações ainda continuam sendo essenciais. Através das rotas marítimas, os países se conectam e podem fazer negócios lucrativos. Estima-se que 80% das mercadorias comercializadas globalmente chegam até seus destinos por via naval.
“Na era da tecnologia, o que mudou não foi a necessidade do mar, mas sim a eficiência de como navegamos (com GPS, automação e navios muito maiores) e claro, a especialização do uso de contêineres”, avalia o professor de geopolítica Flávio Bueno, do Colégio Sigma, em Brasília.
Entre os caminhos mais visados nos mares, estão aqueles com localização estratégica, que diminuam o percurso e, consequentemente, os custos da viagem.
Os principais exemplos disso são os choke points, passagens estreitas e estratégicas para transporte, comércio e poder bélico. Veja os mais importantes abaixo:
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