Meninas e mulheres na ciência: o desafio de romper o ‘teto de vidro’ no Brasil

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*Reportagem da IstoÉ Mulher ouviu a presidente da ABC, Helena Bonciani Nader

Neste 11 de fevereiro é comemorado o Dia Mundial das Meninas e Mulheres na Ciência, uma data estabelecida pela ONU em 2015 para lembrar que o progresso da ciência também depende da maior igualdade de gênero.

No Brasil, o cenário é de contrastes: se nas ciências biológicas e da saúde elas já são maioria, com cerca de 60% dos artigos publicados na área, segundo o relatório Gender in the Global Research Landscape, o jogo vira drasticamente quando olhamos para as áreas de STEM (física, matemática e engenharias).

De acordo com a Unesco, a média global de mulheres nessas áreas é de 35%, enquanto a média de pesquisadoras é ainda menor: 33,3%. Para a Dra. Helena Bonciani Nader, professora sênior da Unifesp e a primeira mulher a presidir a ABC (Academia Brasileira de Ciências) em mais de um século, a data é um chamado à reflexão.

“A ciência é uma profissão que te dá muita liberdade, mas que também cobra de você muitas coisas. Não é fácil chegar. As mulheres são as que mais se formam na universidade, mas quando você olha no topo da carreira, elas não são a maioria”, comenta.

O teto de vidro

(…)

Leia a reportagem completa na IstoÉ Mulher.

(IstoÉ Mulher, 11/02/2025)