Representantes da cooperação entre ABC e Academia Chinesa de Ciências na área da saúde se reúnem na China

25 de novembro de 2019 Por (Manuella Caputo para Ascom ABC)

Coordenador brasileiro da área da saúde na cooperação entre a Academia Brasileira de Ciências (ABC) e a Academia Chinesa de Ciências (CAS, na sigla em inglês), o Acadêmico Carlos Morel esteve na China, entre 5 e 15 de novembro, para participar da reunião anual da Sociedade Chinesa de Biotecnologia e de uma reunião sobre economia biológica da Academia de Pesquisa Avançada e Inovação de Shanxi. Morel visitou o país a convite do coordenador chinês da área da saúde na cooperação ABC-CAS, George Fu Gao, diretor do Key Laboratory of Pathogenic Microbiology and Immunology da CAS.

O Acadêmico foi acompanhado ainda pelos pós-doutores do Centro de Desenvolvimento Tecnológico em Saúde da Fundação Oswaldo Cruz (CDTS-Fiocruz) Andressa Durans, Guilherme Lechuga e Paloma Pêgo, e do doutorando do Programa de Políticas Públicas, Estratégias e Desenvolvimento da Universidade Federal do Rio de Janeiro (PPED-UFRJ) André Lobato.

Da esquerda para a direita: Tong Zhou (CSBT), Yi Shi (CAS), Andressa Durans (CDTS/Fiocruz), Guilherme Lechuga (CDTS/Fiocruz), Paloma Pêgo (CDTS/Fiocruz), André Lobato (PPED/UFRJ), Carlos Morel (CDTS/Fiocruz), George Fu Gao (CAS) e Jinghua Yan (CAS).

Enquanto a parceria entre as duas academias ainda está em construção na área das ciências biológicas e biomédicas, Morel defendeu que a escolha de Fu Gao como coordenador pela China já é um ótimo começo, tendo em vista o longo histórico de atividades e parcerias Brasil-China fomentadas pelo professor. “Temos todo um universo a explorar visando estabelecer novos contatos, colaborações e parcerias entre a CAS e nossas instituições, universidades e institutos de ciência e tecnologia”, contou o Acadêmico.

Médico e coordenador do Centro de Desenvolvimento Tecnológico em Saúde da Fundação Oswaldo Cruz (CDTS-Fiocruz), Morel declarou que a China passou por experiências que podem ser vistas como lições de grande significado para o Brasil. Ele explicou que a ciência chinesa “saiu da obscuridade e desconhecimento para assumir posições de liderança em várias áreas de ponta”. “Hoje em dia constatamos como o investimento em ciência constituiu uma importante base para o desenvolvimento econômico e social da China”, concluiu.