Mara Helena Hutz

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Ciências Biológicas | Titular

Mara Helena Hutz

(HUTZ, M.H.)
Nascimento: 02/08/1950
Data de Posse: 03/05/2011

Graduou-se em história natural pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul – UFRGS (1973) e concluiu seu mestrado (1977) e doutorado (1981) em genética e biologia molecular pela mesma instituição. Fez estágio de pós-doutoramento na Divisão de Genética Pediátrica da Escola de Medicina Johns Hopkins, em Baltimore, nos Estados Unidos (1982-1983). Foi presidente (2008-2010) e hoje atua como vice-presidente da Sociedade Brasileira de Genética – SBG. É professora titular do Departamento de Genética da UFRGS. Suas pesquisas giram em torno da farmacogenética e buscam determinar a diversidade do genoma humano e seus efeitos na suscetibilidade para doenças multifatoriais. Dentre os prêmios recebidos destacam-se: o prêmio SCOPUS, da Elsevier/Capes (2010), Menção Honrosa Prêmio Capes de teses para Luciana Tovo Rodrigues (2015) e Menção Honrosa na categoria Contribuição à Sociedade do prêmio UFRGS de teses-edição 2015 para Mariana Rodrigues Botton (2015).

[:en]Mara Hutz formou-se em biologia (1973) na Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS). Possui mestrado em genética e biologia molecular (1977) pela UFRGS e doutorado (1981) na mesma área pela mesma instituição. Entre 1982 e 1983, realizou estágio de pós-doutorado na Divisão de Genética Pediátrica da Escola de Medicina Johns Hopkins, localizada na cidade de Baltimore, no estado de Maryland, nos Estados Unidos. Tem experiência na área de genética, com ênfase em genética humana e médica. Suas pesquisas giram em torno da farmacogenética e buscam determinar a diversidade do genoma humano e seus efeitos na suscetibilidade para doenças multifatoriais. Em 2010, recebeu o Prêmio SCOPUS, da Elsevier/Capes e possui mais de 200 artigos publicados, além de já ter orientado diversos mestres e doutores. “Comparada com outras, a genética é uma ciência antiga no país. É muito forte e avançada. Temos uma massa crítica de gente muito produtiva e capaz não só na minha área, mas em toda a genética”, opina a Acadêmica. Segundo ela, a genética deveria ser mais estimulada pois “é uma área de grande potencial e ainda existe muito espaço para que ela cresça no país”.