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Enelise Katia Piovesan

Ela é Doutora em Geologia na Universidade do Vale do Rio dos Sinos (UNISINOS). Atualmente é Professora Adjunta na Universidade Federal de Pernambuco (UFPE). Desenvolve projetos DE pesquisas envolvendo ostracodes do Mesozoico em bacias marginais e bacias interiores do Brasil. Orienta alunos de iniciação científica, mestrado e doutorado em projetos de taxonomia, bioestratigrafia e geoquímica de ostracodes não-marinhos e marinhos.

Marly Babinski

Doutora em Tecnologia Nuclear pela Universidade de São Paulo (USP), com pós-doutorado pela Universidade Nacional Australiana (ANU), na Austrália. Atualmente ela é Professora Titular do Instituto de Geociências (IGc/USP). Desenvolve pesquisas em geocronologia e quimioestratigrafia isotópica de sucessões sedimentares neoproterozoicas e aplica isótopos tradicionais e não-tradicionais em estudos ambientais visando a caracterização isotópica da fonte de poluentes na atmosfera, solos, sedimentos e em águas. 

Maurício Roberto Cherubin

Maurício Roberto Cherubin é doutor em agronomia, com pós-doutorado pela Universidade de São Paulo (USP), onde atualmente é professor. Suas pesquisas visam quantificar e compreender os impactos do uso da terra e de práticas de manejo na saúde do solo, dinâmica de carbono e na provisão de serviços ecossistêmicos em ecossistemas naturais e agrícolas.

Rômulo Simões Angélica

 

 

Doutor em Mineralogia e Geoquímica pela Universidade Federal do Pará (UFPA) e Universidade de Erlangen-Nürnberg, Alemanha, como bolsista do Serviço Alemão de Intercâmbio Acadêmico (DAAD). Trabalhou como geólogo na CPRM, Serviço Geológico do Brasil, e atualmente é professor titular do Instituto de Geociências da UFPA. Desenvolveu trabalhos de mineralogia e geoquímica na região amazônica, aplicados: ao intemperismo laterítico e depósitos minerais associados, prospecção geoquímica regional, minerais industriais e resíduos da mineração, além do comportamento de metais no ambiente. Tem utilizado e divulgado amplamente a Difratometria de Raios-X em estudos multidisciplinares relacionados à caracterização mineral, modificação da estrutura cristalina e síntese mineral para diferentes aplicações industriais. Foi responsável pela descoberta de novas ocorrências minerais, como zeólitas e argilas especiais, em bacias sedimentares da região meio norte do Brasil.

Carlos Eduardo Ganade

Graduação em Ciências da Terra pela Universidade Estadual de Campinas – UNICAMP (2006) e doutorado em Ciências, na área Geotectônica Geoquímica, pela Universidade de São Paulo – USP (2014). 

Foi chefe da Divisão de Geodinâmica (2015-2017) e atualmente é pesquisador do Centro de Desenvolvimento (CEDES) do Serviço Geológico do Brasil. Tem desenvolvido pesquisas no campo geocientífico, a partir de perspectiva multidisciplinar, com ênfase nos temas: aplicação da Geologia Isotópica à evolução crustal; evolução tectônica do pré-cambriano do NE do Brasil; processos metamórficos ligados à edificação de montanhas.

Fernando Flecha de Alkmim

Engenharia Geológica pela Escola de Minas da Universidade Federal de Ouro Preto – UFOP (1978), Dourado em Ciências Naturais pela Universidade Técnica de Clausthal (1985).

Professor Emérito e atualmente voluntário do Departamento de Geologia da Escola de Minas/UFOP; bolsista de Produtividade em Pesquisa 1A do CNPq. Suas pesquisas voltam-se para o entendimento da arquitetura e processos de formação de bacias sedimentares e cadeias de montanhas, especialmente as muito antigas que se encontram parcialmente preservadas nos continentes.

– Medalha de Ouro Henri Gorceix da Sociedade Brasileira de Geologia, pela atividade de ensino em geologia, 2004
– Medalha de Ouro Orville Derby da Sociedade Brasileira de Geologia, pela contribuição ao conhecimento do território nacional, 2021
– Florence Bascom Mapping Award da Geological Society of America, 2021.

Palavras-chave: Arquitetura de bacias sedimentares, anatomia de orógenos e cinturões de falhas e dobras, sistemas de falhas transcorrentes, evolução de sistemas tectônicos do Éon Proterozoico.

Daniel Magnabosco Marra

Engenheiro Florestal (2007, Universidade de Brasília), mestre em Ciências de Florestas Tropicais (aprovado com distinção, 2010, Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia/INPA) e doutor em Ciências Naturais (2016, Universidade de Leipzig e Escola Internacional de Pesquisa em Ciclos Biogeoquímicos Globais do Instituto Max-Planck). Pesquisador do Instituto Max-Planck para Biogeoquímica (Jena, Alemanha), pesquisador associado ao Laboratório de Manejo Florestal (LMF/INPA) e Professor no Programa de Pós-Graduação em Ciências de Florestas Tropicais (PPG-CFT/INPA).

Tem experiência nas áreas de Recursos Florestais e Engenharia Florestal, com ênfase em inventário e mensuração florestal, e ecologia de ecossistemas. Sua pesquisa integra dados de inventário florestal, variáveis climáticas e sensoriamento remoto para entender como a estrutura, dinâmica e diversidade de florestas respondem a gradientes ambientais e de distúrbio, e à mudança do clima.

Rodrigo da Silva

Graduação (1997), mestrado (2000) e doutorado (2006) em Física pela Universidade Federal de Santa Maria – UFSM.

Professor adjunto na Universidade Federal do Oeste do Pará – UFOPA. Suas pesquisas incluem assuntos dentro da área de Geociências e Física, com ênfase em Micrometeorologia, atuando principalmente nos seguintes temas: Física do Clima na Amazônia e sua relação com as mudanças no uso da terra e as mudanças climáticas globais. Seus estudos estão concentrados na região da confluência dos Rios Tapajós, Arapiuns e Amazonas e na região de influencia da BR-163 (FLONA do Tapajós).

Em 2005 tava o Melhor painel da linha de pesquisa Física do Clima no II Congresso de Estudantes e Bolsistas do LBA, INPA- LBA/Ecology.
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