O Grupo de Estudos sobre Biocombustíveis, coordenado pelos Acadêmicos Carlos Henrique de Brito Cruz  e João Alziro Herz da Jornada , foi criado em 2008 com o objetivo de apresentar uma avaliação geral sobre o estado da arte das pesquisas em bBiocombustível, focando em seus aspectos científicos e estabelecendo uma agenda propositiva para o tratamento da questão. Uma meta do grupo era a elaboração de um documento que deveria enfatizar a diversidade e as especificidades locais no que se refere à capacidade de produção de combustível, particularmente o etanol de cana-de-açúcar; a possibilidade do Brasil cooperar com outros países para o desenvolvimento da produção do etanol de cana-de-açúcar, como forma de diversificar os fornecedores desse combustível no cenário internacional. O grupo atuou em uma série de atividades, dentre as quais se destacam: > A preparação de uma sessão especial sobre o papel da pesquisa científica na área dos biocombustíveis que ocorreu durante a Conferência Internacional sobre Biocombustível (Biofuel 2008), no dia 18/11, contou com a presença de vários especialistas do Brasil, Índia e Inglaterra. > A elaboração da apresentação do presidente da ABC Jacob Palis  na reunião de Academias do G8+5, em Roma. O grupo reúne os países mais ricos e mais cinco nações com economias emergentes (África do Sul, Brasil, China, Índia e México) - que ocorreu entre 26 e 28 de março em Roma, na Itália. > A preparação do Seminário Internacional Scientific Issues on Biofuels em cooperação com a Intenational Academy Panel (IAP) que ocorreu entre os dias 24 e 25 de maio de 2010.

Reunião do Grupo de Estudos de Doenças Negligenciadas

Rio de Janeiro, Brasil – Academia Brasileira de Ciências – Janeiro de 2011. Reunião dos integrantes do Grupo coordenado pelo Acadêmico Wanderley de Souza , constituído por membros da ABC e convidados, realizada em 31/01/2011.

Simpósio sobre Doenças Negligenciadas na Reunião Magna 2010

Rio de Janeiro, Brasil – Academia Brasileira de Ciências – Maio de 2010. Apresentações individuais de membros do Grupo de Estudos sobre Doenças Negligenciadas em evento que debateu os principais temas que englobam a área.

Em 2008, o Grupo de Estudos sobre Biocombustíveis realizou três reuniões com a finalidade de avaliar a competência nacional no setor, situar os debates mais atuais envolvendo os biocombustíveis e estabelecer qual seria o enquadramento mais adequado para o documento a ser produzido.

Tal documento enfatizou a diversidade e as especificidades locais no que se refere à capacidade de produção de combustíveis, particularmente do etanol de cana-de-açúcar. Ainda será pensada a possibilidade de o Brasil cooperar com outros países para o desenvolvimento da produção do etanol de cana-de-açúcar como forma de diversificar os fornecedores desse combustível no cenário internacional.

Dentre as atividades realizadas para auxiliar a formulação do documento, houve a preparação de uma sessão especial sobre o papel da pesquisa científica durante a Conferência Internacional sobre Biocombustíveis, com especialistas do Brasil, Índia e Inglaterra.

Em 2009 membros do grupo de estudo e acadêmicos estiveram presentes no encontro G8+5. A chamada “fuga de cérebros” (saída de pessoal qualificado devido à falta de oportunidades) e a necessidade das energias renováveis frente à mudança climática foram foco das discussões do encontro.

No ano de 2010, o Acadêmico Carlos Henrique de Brito Cruz  publicou artigo na Folha de S.Paulo destacando a importância do Brasil no debate promovido pelo projeto Sustentabilidade Global de Biocombustíveis, dado que nenhum país industrializado conseguiu substituir o uso de gasolina na escala alcançada em nosso país.

O grupo ajudou a organizar um evento gratuito sobre questões científicas envolvendo biocombustíveis realizado na sede da FAPESP – uma das entidades organizadoras do evento, além da ABC e do IAP – nos dias 24 e 25 de maio de 2010 e contou com a participação de cientistas de vários países.

Workshop: Scientific Issues on Biofuels reuniu cientistas do Brasil e integrantes do grupo de estudos, além de representantes da África do Sul, da Índia, do México, dos EUA, do Canadá, da Holanda e da Inglaterra num rico debate sobre as experiências dos diversos países na ciência das fontes alternativas de energias suas respectivas políticas públicas.