Comunidade científica pede ao Senado que mantenha investimentos em educação, saúde e C&T

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Publicado em 23/08/2016

A Academia Brasileira de Ciências (ABC), em uma parceria com a Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência (SBPC), a Academia Nacional de Medicina (ANM), o Conselho Nacional das Fundações de Amparo à Pesquisa (Confap) e o Conselho Nacional de Secretários Estaduais para Assuntos de CT&I (Consecti), enviaram uma carta ao presidente do Senado Federal, Renan Calheiros, no dia 22 de agosto, para solicitar que os percentuais mínimos destinados às áreas de educação e saúde e os investimentos públicos em ciência e tecnologia não sejam alterados com as Propostas e Emenda Constitucionais em trâmite.

Na carta, as entidades argumentam que os recursos destinados para essas áreas são sempre investimentos. "Cortar despesas e investimentos significa, a um só tempo, sacrificar o presente e penalizar o futuro", alertam, justificando que essas áreas formam os cidadãos física e intelectualmente e os preparam para o trabalho e o convívio social.

Os signatários afirmam que reconhecem a necessidade de ajuste nas contas públicas, mas pedem que isso não prejudique ainda mais a população mais pobre: "Neste momento, marcado pela conjuntura da crise, não faz sentido, portanto, agravar ainda mais as condições de sobrevivência de quem já tem o infortúnio de viver em um país caracterizado pela desigualdade social e por um aviltante sistema de concentração de renda".

Veja a carta na íntegra aqui.

(Adaptado de Jornal da Ciência)



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