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Pílulas do Centenário Ed.06 • Adolpho Lutz

Seria pretensão nossa tentar apresentar aqui, nas Pílulas do Centenário, todas as figuras que construíram a história da Academia Brasileira de Ciências em seus 100 anos de existência. Traremos, então, um pouquinho da história de alguns personagens de destaque para a ciência brasileira.

Adolpho Lutz  nasceu no Rio de Janeiro, em 1855. Passou parte de sua vida na Suíça, para onde foi com a família aos dois anos de idade. Lá estudou medicina, graduando-se em 1879.

Em 1892 retornou ao Brasil para coordenar o Instituto de Bacteriologia do Estado de São Paulo, o qual hoje leva seu nome. À frente do instituto, Lutz se dedicou ao combateu da varíola, da peste bubônica e da malária.

Desde o fim do século XIX, o cientista já se dedicava a estudos sobre verminoses. Mas só em 1916, ano em que ajudou a fundar a Sociedade Brasileira de Ciências, foram publicadas suas pesquisas sobre a esquistossomose - trabalhos de grande importância para a saúde pública no Brasil. Para conseguir dados mais consistentes sobre a incidência da moléstia no país, Lutz permaneceu um tempo no Nordeste brasileiro, fazendo estudo de casos.

Dedicou-se, também, ao estudo de diversas doenças tropicais: lepra, cólera, febre tifoide, febre amarela e malária. Foi também um dos pioneiros no uso do método de Pasteur no Brasil. Em 1908 mudou-se para o Rio de Janeiro e começou a trabalhar no Instituto Oswaldo Cruz, onde atuou até 1940, ano de sua morte.

Confira aqui a versão para impressão.


(Ascom ABC, adaptado de texto de Catarina Chagas / Arte: Pedro Armando)


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